observador atento, interessado, adepto da palavra, da opinião justificada e não só. Crente de que não é necessário pedir licença para se expressar e convicto de que o Homem é um bon sauvage por vezes desviado ou corrompido. Não acredito em sebastianismos, nem em messias gratuítos. Estendo a mão e essa mão é a mesma que agride em caso de mordedura... mas com a força da admoestação e da indignação pedagógica. Confiante na minha ideia mas certo de que esta nem sempre pode ser a mais correcta. Sou o mesmo que outros, com fome de futuro mas com medo aterrador de que um dia se encontre a grande resposta para uma grande pergunta e se entre em definitivo na época dos Dogmas e na morte da dúvida. Medo do fim da questionação, que é no fundo o combústivel da criação.
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