Se um sufoco falasse, se uma insistência dos outros fosse parasitária, se um acaso fosse propositadamente repetido e a energia pelo consumo supérfluo do transeunte anónimo se esgotasse toque após toque… então que triste figura de desespero ali encostado, a uma porta já de si esgotada pelo uso, que depositado e desapontante jogo desequilibrado de vontades, onde toda a narração ocorre… dentro de nós… mas fruto de todos os outros.
Monday, June 7, 2010
se o sufoco falasse
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