apago me
não me extingo
sublinho-me de forma
que me apague
na gordura do traço
Saturday, September 17, 2011
Monday, July 25, 2011
o pé adormece aborrecido
pela escolha de uma perna
que se justifica ordenada.
alinhada por uma outra gémea
espelhada
tenho um espelho que me atravessa
mesmo pelo meio das minhas pernas
que criam um segundo de mim mesmo
que persiste em me copiar pelo oposto
só para que se justifique como único.
um cálculo enganado
é este corpo comandado
um corpo soldado
pela escolha de uma perna
que se justifica ordenada.
alinhada por uma outra gémea
espelhada
tenho um espelho que me atravessa
mesmo pelo meio das minhas pernas
que criam um segundo de mim mesmo
que persiste em me copiar pelo oposto
só para que se justifique como único.
um cálculo enganado
é este corpo comandado
um corpo soldado
pouco me importa as pétalas
sei apenas que um corpo nu
não passa de um corpo nu
que obtém consciência de si mesmo
quando um vento, uma brisa ou outra merda qualquer lhe toca
um corpo não passa de um corpo
e nu deixa de ser adjectivo e passa a ser uma condição feliz
por ter sido notada por elementos terceiros
que nada lhe assistem e muito menos o vestem.
aplausos!
sei apenas que um corpo nu
não passa de um corpo nu
que obtém consciência de si mesmo
quando um vento, uma brisa ou outra merda qualquer lhe toca
um corpo não passa de um corpo
e nu deixa de ser adjectivo e passa a ser uma condição feliz
por ter sido notada por elementos terceiros
que nada lhe assistem e muito menos o vestem.
aplausos!
Subscribe to:
Comments (Atom)
